Como 2020 transformou a nossa forma de trabalhar

Como 2020 transformou a nossa forma de trabalhar

Tempo de leitura: 5 minutos

Já parece clichê falar que 2020 foi desafiador. Realmente, vivemos um cenário sem precedentes, que exigiu adaptações.

Ficamos tão imersos na gestão do momento, nas tomadas de decisões diárias, que o ano passou e muita coisa que era tendência, se concretizou. Novas ferramentas foram incorporadas no nosso dia a dia e, inquestionavelmente, transformamos permanentemente valores e a nossa forma de viver e trabalhar.

Refletindo sobre isso, nós, do Coworking São Paulo, que já nascemos com a flexibilidade e inovação arraigados na cultura, preparamos um grande resumo do que foi o último ano no aspecto corporativo. O que mudou em nossa forma de trabalho?

Vem com a gente!

1° semestre
Os dois primeiros meses do ano pareciam “normais”, como todos os anteriores. Em janeiro, já tínhamos ouvido falar da covid-19 nos noticiários, mas o vírus que deu origem à pandemia parecia bem distante da nossa realidade no Brasil.

Na época, as pesquisas de mercado apontavam que a procura por espaços compartilhados de Coworking era uma tendência em ascensão. As empresas abertas a essa alternativa focavam – e ainda focam -, em produtividade, redução de custos e estímulo à criatividade e inovação, já que os Coworkings são ambientes muito propícios ao alcance destes objetivos. Além disso, eles fomentam o networking e o desenvolvimento de parcerias entre diversos negócios.

Tudo parecia caminhar bem até acendermos o sinal de alerta e, em março, começarmos a quarentena – que se estendeu por um período muito maior do que imaginamos.

O home office, que até então era uma tendência em crescimento moderado, foi implementado de forma imediata e generalizada. No primeiro momento, nos questionamos sobre a produtividade em casa, a falta de foco, a exigência de muita disciplina, a gestão remota….

Sem alternativas, o objetivo era fazer tudo funcionar! E funcionou!

Outro “boom” do período foram as lives. Com o movimento “#fiqueemcasa”, a classe artística se mobilizou para entreter a população, ajudar aqueles que mais precisavam e tornar o nosso confinamento um pouco mais leve e divertido. E não foram só os músicos, atores e apresentadores os protagonistas dessa nova forma de entretenimento, as empresas também adotaram a realização de eventos online como uma maneira de manter o time engajado, cuidado e treinado.

E para que tudo desse certo, a tecnologia estava pronta! Não à toa, uma das empresas que mais ganharam valor de mercado foi a Zoom.

O home office tomou conta da mídia como uma medida que deu certo, que estava funcionando a todo vapor e que passou a ser vista com outros olhos pelos empresários. Além de números de redução de custos bastante representativos, os líderes estavam com seus times produzindo, felizes, mais próximos de suas famílias, seguros e com qualidade de vida.

Com mais gente em casa na fase mais rígida do isolamento, houve organizações que chegaram a devolver escritórios inteiros. Os espaços compartilhados, que nos meses anteriores estavam em ascensão, também sentiram o impacto. Alguns Coworking menores chegaram a encerrar as atividades.

2° semestre
Os seis primeiros meses do ano passaram de forma intensa e foi no encerramento do período que que começamos ver o futuro com mais calma, clareza e esperança. Em julho, os números de infectados e mortos começaram a melhorar e o país anunciou o início dos testes de uma possível vacina.

O “novo normal” virou trending topic. Como seria? As pessoas já estavam esgotadas com o confinamento e com o acúmulo de tarefas, já que, em casa, houve o aumento das atividades domésticas e a gestão do chamado homeschooling para os pais foi incorporado à rotina corporativa.

Com isso as companhias passaram a investir em ações de bem-estar e auxílio psicológico, além de voltarem a questionar o home office. Será que a prática seria sustentável em longo prazo?

Com protocolos de segurança, limpeza e logística, muitas empresas retomaram o trabalho presencial de forma gradual. Também surgiram novos selos e certificados para esse retorno seguro, como o promovido pela BeerOrCoffe, que atestou o Coworking São Paulo como um ambiente seguro para receber os profissionais.

Uma nova tendência ganhou força: mesmo com o home office funcionando e sendo bem aceito, a presença, a troca e a convivência com os colegas de trabalho passaram a ser valorizadas como fundamentais para a manutenção da produtividade e da criatividade! Com isso, as companhias começaram a repensar seus ambientes, incluindo mais verde, salas de descompressão, espaços abertos, luz natural…

Como acolher os colaboradores para que eles se sentissem seguros, “em casa” e felizes no ambiente corporativo? Os escritórios foram ressignificados e a busca por Coworkings voltou a crescer.

Neste início de 2021, estamos vivendo a segunda onde de contágios em massa no Brasil e esperançosos com o início da vacinação, uma conquista em tempo recorde! Ainda com muitas incertezas, sabemos que o horizonte nos reserva mais aprendizados, que serão absorvidos de forma cada vez mais rápida.

Mas analisando a maratona que corremos até aqui, enxergamos que o “novo normal” corporativo caminha a passos largos para a definição e adoção de modelos híbridos de trabalho, com políticas mais humanas e a valorização da saúde, do bem-estar e da felicidade dos profissionais como os principais atributos de uma companhia que planeja a manutenção dos seus negócios de forma sustentável!

E se você enxerga esse mesmo movimento e está ressignificando sua forma de trabalhar, vem retomar com a gente!

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